V4 SSBG

Saber / E.E. Comunicação e Redes

Diagnóstico de Comunicação Digital

Leitura executiva da presença digital da SSBG, com auditoria do site, prioridade de canais, aprendizados de benchmark e oportunidades de busca para orientar uma comunicação mais clara, técnica e confiável.

4frentes de análise consolidadas
4públicos de compra orientando conteúdo e canais
11seções do site analisadas com print
5canais com papel e público definidos
Página inicial da SSBG em desktop
Página inicial da SSBG em mobile
A comunicação precisa traduzir prontidão operacional, cobertura portuária e confiança para compradores marítimos B2B.

Visão geral

A presença digital deve ajudar o decisor a entender capacidade, serviço e próximo passo.

A estrutura abaixo organiza o papel de cada canal, o público que queremos alcançar e o motivo estratégico para priorizar cada frente.

Direção

Comunicação pautada no comprador

Todo conteúdo precisa responder dúvidas de compra, operação, suprimentos e decisão técnica antes de pedir contato.

Canal

Canais com função clara no funil

A prioridade fica em site, Google/SEO, LinkedIn, Instagram como apoio visual e YouTube como biblioteca futura.

Base de conversão e validação

Site

Público foco

Elena e Captain Viktor, com leitura de apoio para Marco

Por que atacar

É o ambiente onde o comprador precisa entender escopo, confiabilidade, categorias atendidas e caminho para solicitar cotação com dados mínimos.

Captura de demanda ativa

Google e SEO

Público foco

Elena e Captain Viktor

Por que atacar

Ataca quem já está procurando fornecedor, serviço, porto ou categoria. A prioridade é aparecer em buscas com intenção comercial e não em tráfego genérico.

Autoridade B2B e relacionamento profissional

LinkedIn

Público foco

Elena, Marco e Samuel

Por que atacar

É o canal mais aderente para procurement, ship managers, parceiros e decisores técnicos validarem reputação, processo e seriedade da SSBG.

Prova visual e bastidor operacional

Instagram

Público foco

Captain Viktor e Marco, com apoio para Elena

Por que atacar

Ajuda a mostrar operação, categorias, equipe, entrega e rotina de bordo. Não deve ser tratado como vitrine de varejo, mas como prova rápida de capacidade.

Biblioteca futura de prova e explicação

YouTube

Público foco

Marco e Elena

Por que atacar

Entra como apoio quando houver vídeos reais e úteis: processo, categorias, cobertura, qualidade e explicações comerciais curtas para reaproveitar no site e propostas.

01 | Análise do site

Análise do site

Leitura objetiva de cada seção do site, com print, pontos positivos e ajustes recomendados.

Primeira dobra do site da SSBG em desktop
01 / Primeira dobra

Hero, navegação e chamada principal

A primeira tela comunica presença marítima e disponibilidade, mas ainda depende de frases amplas como “Strategic Maritime Solutions” e “WE PROVIDE THE BEST SERVICES”.

O que temos de bom

  • Imagem de porto e navio gera contexto imediato de atuação marítima.
  • Contatos aparecem no topo e reduzem fricção para quem já quer falar com a empresa.
  • Selos e plataformas aparecem cedo e podem funcionar como prova de credibilidade.

O que podemos alterar

  • Trocar a promessa genérica por uma frase específica: ship supply no Brasil para navios estrangeiros.
  • Substituir “Contact us” por “Request a quotation”, porque o comprador B2B tende a chegar com uma demanda concreta.
  • Criar legenda curta para os selos, explicando o que cada prova valida.
Seção Products & Services do site da SSBG
02 / Portfólio

Products & Services

A seção mostra variedade real, mas a forma em carrossel e a lista extensa dificultam entender prioridade, especialidade e caminho de compra.

O que temos de bom

  • O portfólio deixa claro que a SSBG não atua apenas com provisões.
  • As imagens ajudam a visualizar categorias técnicas como pinturas, químicos, OPA e segurança.
  • Existe uma chamada para continuar explorando serviços.

O que podemos alterar

  • Agrupar os serviços em famílias claras: Provisions & Bonded, Deck/Engine/Cabin, Safety/Medical/Navigation, Technical Services e Port Support.
  • Inserir uma frase por família explicando qual risco operacional ela reduz.
  • Evitar que o visitante dependa de setas do carrossel para entender o escopo principal.
Seção de catálogo digital do site da SSBG
03 / Catálogo

All Your Supplies, One Click Away

O catálogo digital é um ativo forte, principalmente para compradores que usam referências técnicas, mas a promessa atual se aproxima de e-commerce comum.

O que temos de bom

  • Reforça amplitude e organização do sortimento.
  • A ideia de busca por part number, categoria ou keyword conversa com rotina de procurement.
  • Pode apoiar RFQs mais completos e reduzir troca de mensagens.

O que podemos alterar

  • Reposicionar como ferramenta de apoio ao RFQ, não como compra instantânea.
  • Explicar que o catálogo ajuda a identificar itens, enquanto disponibilidade, prazo e entrega em porto passam por validação.
  • Adicionar CTA conectado à cotação: “Find the items and send your RFQ”.
Seção About Us da home da SSBG
04 / Institucional

Providing the Best Maritime Services

A seção tenta combinar história, escopo e lista de serviços. O conteúdo é útil, mas mistura muitos argumentos e perde foco decisório.

O que temos de bom

  • O claim de 30+ anos é um bom ativo de confiança.
  • A seção evidencia amplitude operacional em um único bloco.
  • O visual com porto, equipe e lista reforça categoria e experiência.

O que podemos alterar

  • Trocar “best maritime services” por uma tese mais específica e verificável.
  • Dividir o bloco em três mensagens: quem atendemos, o que fornecemos e como reduzimos risco.
  • Reduzir a lista extensa nessa seção e levar detalhes para páginas de serviço.
Seção de provisões da SSBG
05 / Provisions

Dry, frozen and fresh provisions

Esta é uma das seções mais importantes para a SSBG, mas ainda comunica qualidade de forma ampla, sem mostrar critérios de conferência e entrega a bordo.

O que temos de bom

  • O tema tem apelo visual forte e conexão com uma dor real do comandante.
  • A seção fala de dry, frozen e fresh provisions com benefício direto para a viagem.
  • O botão de contato cria caminho de ação.

O que podemos alterar

  • Explicar como a SSBG controla frescor, embalagem, substituição aprovada e janela de entrega.
  • Adicionar linguagem para tripulações multiculturais e demandas específicas de bordo.
  • Transformar o CTA em pedido de cotação com dados mínimos: vessel, IMO, port, ETA e supply list.
Seção Benefits of Our Services do site da SSBG
06 / Provas

Benefits of Our Services

Os cards trazem claims fortes, mas alguns aparecem sem contexto de método, período ou base de validação.

O que temos de bom

  • A estrutura em cards facilita leitura rápida.
  • Claims como IMPA, catálogo amplo, histórico e on-time delivery podem sustentar confiança.
  • A seção começa a responder dúvidas de procurement.

O que podemos alterar

  • Conectar cada benefício ao risco que reduz: atraso, item errado, documentação frágil ou fornecedor improvisado.
  • Validar números antes de ampliar em campanha ou materiais comerciais.
  • Evitar claims amplos como “global coverage” se a forma de cobertura não estiver explicada.
Seção Operational Advantages do site da SSBG
07 / Método

Operational Advantages

A seção tem a direção certa: falar de logística, prioridade, IMPA e suporte. O problema é que ela aparece tarde e ainda usa linguagem promocional.

O que temos de bom

  • Aponta para fatores que importam no B2B marítimo: logística, urgência, padrão e atendimento.
  • Os cards são simples e fáceis de escanear.
  • O tema ajuda a sair de preço e entrar em confiabilidade.

O que podemos alterar

  • Subir a seção para mais perto da primeira dobra.
  • Renomear para “How we reduce port-call risk”.
  • Transformar os quatro cards em processo: RFQ validation, sourcing, quality check e onboard delivery.
Seção de clientes do site da SSBG
08 / Clientes

Some of Our Valued Clients

Logos ajudam a construir confiança, mas a ausência de legenda deixa dúvida sobre a natureza da relação com cada marca.

O que temos de bom

  • A presença de marcas reconhecidas aumenta percepção de porte.
  • A seção reforça que a empresa atua com clientes marítimos de diferentes perfis.
  • Funciona como prova social de leitura rápida.

O que podemos alterar

  • Separar clientes, plataformas, parceiros e certificações quando houver naturezas diferentes.
  • Adicionar legenda factual e aprovada, sem expor dados sensíveis.
  • Evitar que logos sem contexto pareçam decoração.
Seção de soluções marítimas e certificações do site da SSBG
09 / Confiança

360° Maritime Solutions with Speed & Compliance

A seção tenta reforçar compliance, certificações e solução completa. O argumento é bom, mas ainda combina muitos conceitos em uma frase só.

O que temos de bom

  • Compliance é uma palavra relevante para procurement e ship managers.
  • O visual de equipe operacional reforça presença humana e coordenação.
  • A seção pode apoiar uma narrativa de fornecedor premium.

O que podemos alterar

  • Separar velocidade e compliance para não parecer promessa genérica.
  • Adicionar exemplos objetivos do que compliance significa no processo de cotação e entrega.
  • Usar certificações apenas quando houver base documental validada.
Seção de contato do site da SSBG
10 / Contato

Get in Touch

O formulário existe e os contatos são claros, mas a estrutura ainda coleta mensagem genérica em vez de qualificar uma cotação marítima.

O que temos de bom

  • Telefone, e-mail e endereço aparecem de forma organizada.
  • A página oferece um caminho claro para envio de mensagem.
  • A presença de contatos internacionais combina com o ICP global.

O que podemos alterar

  • Transformar o formulário em RFQ: vessel name, IMO, port, ETA, delivery window, category, urgency e upload da supply list.
  • Trocar “Subject” e “Message” por campos operacionais que acelerem resposta comercial.
  • Criar microcopy em inglês orientando o comprador sobre dados mínimos para cotação.
Rodapé do site da SSBG
11 / Rodapé

Links, redes e fechamento

O rodapé fecha com contatos, links e navegação, mas ainda precisa funcionar como extensão limpa da jornada de RFQ.

O que temos de bom

  • Reforça marcas do grupo e links principais.
  • A navegação de fechamento facilita retorno para páginas essenciais.
  • Mantém identidade marítima no fundo visual.

O que podemos alterar

  • Manter apenas links com função comercial clara.
  • Priorizar Contact, Services, About, IMPA e clientes/parceiros.
  • Evitar ícones sociais que levem a canais sem presença estruturada ou sem função no funil.
Boas práticas

Boas práticas para redes sociais e Google

Antes de olhar concorrentes, a SSBG precisa partir de uma regra simples: cada canal deve cumprir um papel no funil e falar com um público específico. Redes sociais entram como prova de operação, reputação B2B e educação do comprador. Google entra para capturar demanda ativa e organizar páginas por intenção de busca.

LinkedIn e Instagram

Redes sociais como prova de operação

Boas práticas

  • Usar LinkedIn para autoridade B2B, reputação e validação de processo para procurement, ship managers e parceiros.
  • Usar Instagram como vitrine operacional: equipe, separação, embalagem, categorias, entrega e bastidores reais.
  • Tratar cada post como resposta a uma dúvida do comprador: prazo, qualidade, disponibilidade, documentação, cobertura e risco.

Evitar

  • Publicar só foto de navio sem mensagem comercial ou técnica.
  • Abrir muitos canais ao mesmo tempo sem capacidade de manter cadência.
  • Copiar linguagem genérica de concorrentes globais e perder a vantagem de inteligência local no Brasil.
SEO e páginas por intenção

Google como captura de demanda ativa

Boas práticas

  • Criar páginas e conteúdos para buscas como ship supply in Brazil, ship chandler Brazil, provisions, bonded stores, deck stores e portos prioritários.
  • Separar conteúdo institucional de conteúdo de decisão: categoria, porto, prazo, documentação e critérios de compra.
  • Conectar o conteúdo do Google a páginas claras de serviço, não apenas a posts genéricos.

Evitar

  • Produzir artigos amplos que explicam o mercado sem levar o comprador para uma próxima ação.
  • Prometer cobertura, certificações ou números sem base validada.
  • Usar português como padrão quando a demanda relevante tende a vir de comprador internacional.
Site, social e busca

Mensagem com foco no comprador marítimo

Boas práticas

  • Dizer categoria, território e público logo no começo: ship supply no Brasil para embarcações estrangeiras.
  • Traduzir qualidade em consequência prática: menos risco de item errado, atraso, retrabalho e reclamação a bordo.
  • Transformar bastidor operacional em conteúdo recorrente: validação do pedido, sourcing, conferência, embalagem e entrega.

Evitar

  • Usar “best”, “quality”, “trusted” e “fast” sem prova ou método.
  • Colocar preço competitivo como promessa principal.
  • Fazer comunicação só institucional, sem ajudar o decisor a avançar.

02 | Benchmark

Benchmark e aprendizados

Pontos que o mercado ensina, práticas a evitar e referências úteis para comunicação marítima B2B.

Benchmarks principais

Referências que merecem leitura detalhada

Os benchmarks abaixo foram priorizados porque ensinam caminhos diferentes: cadência social, linguagem técnica para procurement e conteúdo educativo para Google. A leitura está separada entre o que a SSBG deve aprender, o que não deve copiar e como cada referência utiliza redes sociais.

Print do site da NAVSUPPLY
01 / Benchmark detalhado

NAVSUPPLY

Cadência social, operação real e presença B2B

A NAVSUPPLY aparece como referência de presença ativa: site com CTA comercial, promessa operacional clara e uso do LinkedIn para manter visibilidade em temas do setor marítimo.

O que vamos aprender

  • Manter cadência regular no LinkedIn para construir validação B2B.
  • Transformar problemas reais da operação em conteúdo: janela curta, mudança de porto, atraso, qualidade, documentação e coordenação.
  • Usar prova de estrutura, clientes, equipe e processo para reduzir insegurança do comprador.
  • Trabalhar inglês e linguagem setorial para compradores internacionais.

O que não podemos aprender

  • Não posicionar a SSBG por menor custo ou promessa de preço.
  • Não copiar mensagens amplas demais, como “todas as necessidades”, sem recorte de ICP.
  • Não buscar volume de posts sem tese editorial, porque frequência sem critério vira ruído.
Print do site da AVS Global Supply no Brasil
02 / Benchmark detalhado

AVS Global Supply

Linguagem de procurement, compliance e documentação

A AVS é o benchmark mais forte para linguagem técnica. Comunica operação internacional, padrões, documentação, compliance, categorias e confiabilidade com vocabulário próximo da rotina de procurement marítimo.

O que vamos aprender

  • Explicar processo, documentação, rastreabilidade e qualidade com termos que procurement reconhece.
  • Separar conteúdos por categoria: provisions, bonded, deck, engine, cabin, safety, medical e technical stores.
  • Traduzir compliance em impacto prático: menos erro, menos retrabalho, menos risco de atraso e melhor previsibilidade.
  • Usar inglês objetivo, com densidade técnica suficiente para buyer internacional.

O que não podemos aprender

  • Não usar termos normativos, certificações ou padrões sem prova documental.
  • Não adotar tom corporativo excessivamente frio se a SSBG puder ganhar por proximidade e inteligência local.
  • Não transformar social em texto técnico denso demais; o conteúdo precisa ser escaneável.
Print do site da Tropical Ship Supply
03 / Benchmark detalhado

Tropical Ship Supply

SEO educativo e presença social como legitimidade

A Tropical mostra como conteúdo educativo pode capturar demanda e explicar o mercado: ship supply no Brasil, portos, logística, compliance e sustentabilidade. É uma referência útil para Google e topo de funil qualificado.

O que vamos aprender

  • Criar conteúdos para Google que respondam dúvidas reais de compradores internacionais.
  • Usar posts e artigos para explicar como comprar ship supply no Brasil, quais riscos considerar e quais dados enviar.
  • Reaproveitar temas entre SEO, LinkedIn e Instagram, ajustando profundidade por canal.
  • Tratar Instagram como prova rápida de presença, equipe, operação e categorias atendidas.

O que não podemos aprender

  • Não produzir blog genérico que não leva a uma ação comercial.
  • Não falar com “todos” os ship suppliers; a SSBG precisa priorizar navios estrangeiros e compradores que valorizam confiabilidade.
  • Não medir sucesso social só por seguidores; o que importa é confiança, qualidade do lead e avanço comercial.
Demais referências

Leitura sintetizada dos outros benchmarks

As demais referências ajudam a calibrar tradição, recorte territorial, certificações e risco de perfis sociais pouco ativos.

Print Benchmark Como utiliza as redes sociais O que vamos aprender O que não podemos aprender
Print do site da Boa Praça Wrist Boa Praça / Boa Praça A força principal está em reputação institucional, tradição e escala global associada à Wrist; social funciona mais como reforço de marca do que como educação operacional profunda. Usar tradição, categorias claras, bases/portos e notícias institucionais como provas de confiança. Não tentar parecer uma Wrist menor e não prometer escala global se a cobertura real não estiver explicada.
Print do site da SMCP Brasil SMCP Brasil Comunicação mais objetiva e regional; redes e presença pública tendem a reforçar qualidade, confiabilidade, eficiência e certificação. Ser direto na promessa, organizar cobertura regional e usar certificações ou associações quando houver validação. Não repetir claims absolutos como “on time, every time” sem método, período e base de comprovação.
Print do site da Ita Supply Ita Supply Presença social observada com poucos sinais de conteúdo ativo; a força está mais no recorte territorial e na proposta de logística para Norte/Amazônia. Usar recorte territorial e métricas como prova quando forem validadas e contextualizadas. Não manter perfil social vazio ou sem utilidade, porque isso pode reduzir percepção de marca.

03 | Redes e canais

Plano de ação social e KPIs

Prioridade de canais, cadência, linha editorial e KPIs para evolução da presença digital.

Linhas editoriais

Linhas editoriais sugeridas

As linhas abaixo funcionam como matriz de pauta. Cada conteúdo deve deixar claro qual decisão ajuda a destravar e qual risco reduz para o comprador marítimo.

Linha editorial Função da pauta Público foco Cadência sugerida Exemplos de temas
Port-call risk Educar sobre custo de atraso, item errado, fornecedor improvisado e documentação frágil. Procurement e decisão comercial 1 pauta por semana no LinkedIn; 1 reforço visual quinzenal no Instagram. Fornecedor barato que sai caro; janela de porto; atrasos por RFQ incompleto; validação antes da aprovação.
RFQ e processo Melhorar a qualidade dos pedidos e reduzir retrabalho comercial. Comando da embarcação e operação 1 pauta por semana entre LinkedIn e Instagram; checklist fixo no perfil. Dados mínimos para cotação; vessel, IMO, port e ETA; processo do RFQ à entrega; especificação técnica.
Provisions e bem-estar da tripulação Mostrar provisions como continuidade operacional e satisfação a bordo. Comando da embarcação 1 pauta semanal no Instagram; 1 post quinzenal no LinkedIn com leitura comercial. Fresh provisions; tripulações multiculturais; timing de entrega; dry, frozen e fresh provisions.
Technical stores, safety e compliance Elevar a percepção técnica da SSBG além de provisions. Superintendência técnica 1 pauta quinzenal no LinkedIn; reforços visuais quando houver prova real. Deck and engine stores; itens de segurança; documentação; redução de downtime operacional.
Cobertura, parceiros e inteligência local Traduzir rede local e inteligência de operação em valor comercial. Agentes, parceiros e compradores internacionais 1 pauta quinzenal no LinkedIn; stories quando houver rotina de porto ou cobertura. Coordenação local; portos brasileiros; resposta operacional; relação com parceiros.
Prova, cultura e bastidor Construir confiança sem expor dados sensíveis. Decisores comerciais e técnicos 2 a 3 stories por semana; 1 post mensal de bastidor consolidado. Conferência antes da entrega; abordagem founder-led; aprendizados operacionais; escolha de parceiros.
Linguagem por canal

Linguagem recomendada por canal

Depois de definir as linhas editoriais, a linguagem precisa mudar conforme o ambiente. O assunto pode ser o mesmo, mas o nível de detalhe, a prova e o CTA devem respeitar o canal.

Canal Público foco Tom Exemplo de mensagem
LinkedIn Procurement e superintendência técnica Técnico, objetivo e comercial A port call window is not the place to test an unverified supplier.
Instagram Comando da embarcação e operação Visual, direto e confiável Fresh provisions, checked and prepared for onboard delivery.
Google/SEO Comprador em busca ativa Direto, pesquisável e orientado à intenção Ship supply in Brazil for foreign vessels calling Brazilian ports.
YouTube Superintendência técnica e procurement Explicativo, curto e reaproveitável How a clear quotation request helps reduce ship supply delays in Brazil.
Site Todos os públicos de compra Clareza, prova e próximo passo Request a quotation with vessel, port, ETA and supply category.
Etapa 1

Fundamentos da presença

Antes de publicar com frequência, a SSBG precisa deixar os canais prontos para receber visita de comprador, parceiro e decisor técnico.

01

Padronizar presença

Definir uso consistente de Ships Supply Brazil Group e SSBG Marine Service & Suppliers em perfis, assinatura e site.

Social + Cliente
02

Criar LinkedIn completo

Configurar logo, capa, descrição em inglês, site, CTA e post fixado explicando para quem a SSBG trabalha.

Social
03

Criar Instagram funcional

Organizar bio, link, destaques, posts fixados e identidade mínima para validar a operação em poucos segundos.

Social + Designer
04

Corrigir links sociais

Apontar ícones do site apenas para perfis reais, úteis e preparados para receber tráfego.

Dev/Site
05

Separar banco de provas

Organizar fotos, vídeos, certificados, categorias, processos e claims validados para sustentar posts e páginas.

Cliente + Social

Plano de ação social e KPIs — SSBG


Redes recomendadas

A presença digital da SSBG deve funcionar como uma camada pública de confiança. O objetivo não é abrir canais por volume, mas organizar os ambientes que ajudam o comprador marítimo a validar capacidade, processo, cobertura e próximo passo.

CanalPrioridadePapel no funilPor que usar
LinkedInAltaAutoridade B2B, relacionamento e validação profissionalAproxima a SSBG de procurement, ship managers, superintendents, parceiros e decisores técnicos.
InstagramAltaProva visual e bastidor operacionalMostra operação real, equipe, categorias, separação, embalagem, rotina e sinais de capacidade.
Google/SEOAltaCaptura de demanda ativaAjuda a SSBG a aparecer para quem já procura fornecedor, categoria, porto ou serviço marítimo.
YouTubeApoio futuroBiblioteca de prova e explicaçãoDeve entrar quando houver vídeos reais e úteis para site, propostas, WhatsApp e follow-up comercial.

Prioridade por canal e público

CanalPrioridadePúblico principalPúblico de apoioFunção na jornadaO que publicar ou construir
SitePrioridade 0Procurement e comando da embarcaçãoSuperintendência técnicaExplicar oferta, provas, categorias e próximo passo comercial.Hero claro, categorias, provas, formulário de cotação, FAQ e contatos.
LinkedInPrioridade 1Procurement e superintendência técnicaAgentes e parceirosConstruir autoridade B2B e validação profissional.Risco de port call, documentação, processo, cobertura, bastidores e aprendizados operacionais.
InstagramPrioridade 2Comando da embarcaçãoSuperintendência técnicaProvar que a operação existe e é consistente.Bastidor, conferência, provisions, equipe, embalagem, checklists e destaques comerciais.
Google/SEOPrioridade 3Procurement e comando da embarcaçãoSuperintendência técnicaCapturar busca ativa por fornecedor, porto e categoria.Páginas por intenção, serviço, porto, perguntas frequentes e conteúdo de risco.
YouTubePrioridade 4Superintendência técnica e procurementComando da embarcaçãoReaproveitar vídeos como prova comercial.Vídeos curtos de processo, categorias, qualidade e documentação.

Cadência sugerida

Fase 0 — Preparação, dias 0 a 15

CanalCadênciaEntrega
LinkedIn1 post inaugural + página completaPágina ativa, capa, descrição, CTA e post fixado.
Instagram3 posts fixados + destaquesPerfil pronto para receber visitas vindas do site, Google e relacionamento comercial.
Google/SEOChecklist técnico + priorização de termosSearch Console, páginas prioritárias, correções de indexação e termos por intenção.
YouTubeOpcionalReservar canal e identidade para uso futuro.

Fase 1 — Primeiros 90 dias

CanalCadênciaFormatos
LinkedIn2 posts por semanaTexto + imagem, carrossel simples, bastidor operacional e artigo curto.
Instagram feed2 posts por semanaCarrossel, foto com legenda técnica e reels simples de bastidor.
Instagram stories3 a 5 blocos por semanaBastidor, checklist, categoria, antes/depois e perguntas frequentes.
Google/SEO2 melhorias por mêsPágina por intenção, correção de indexação, title/meta e FAQ comercial.
YouTube Shorts2 vídeos por mês, se houver material realProcesso, categorias, bastidor e apresentação institucional curta.

Fase 2 — 3 a 12 meses

CanalCadênciaAjuste
LinkedIn2 a 3 posts por semanaAumentar conforme temas vencedores e envolvimento do time comercial.
Instagram feed2 a 3 posts por semanaPriorizar formatos com salvamentos, cliques e mensagens qualificadas.
Stories5 a 8 blocos por semanaUsar rotina real, sem forçar conteúdo quando não houver bastidor.
Google/SEO1 nova página ou melhoria estrutural por mêsPriorizar termos que geram impressão, clique e contato qualificado.
YouTube1 vídeo curto por mês + 2 shorts, se houver banco de provaEscalar apenas quando o conteúdo puder ser reutilizado no site e no comercial.

Plano de ação por etapa

Etapa 2 — Estática comercial

AmbienteO que entregar
LinkedInPost fixado: quem somos, para quem, o que fornecemos e como pedir cotação.
Instagram3 posts fixados: posicionamento, processo de cotação e categorias principais.
DestaquesWho we serve, Quote, Provisions, Deck & Engine, Ports, Quality e Contact.
SiteBotões para LinkedIn/Instagram e formulário de cotação com dados mínimos.

Etapa 3 — Cadência editorial

FrenteComo executarResultado esperado
LinkedInPublicar conteúdos técnicos e comerciais com foco em risco, processo, categoria e cobertura.Construir autoridade e relacionamento com público B2B.
InstagramPublicar bastidores reais, prova visual, checklists e categorias em linguagem objetiva.Sustentar percepção de operação ativa e confiável.
Google/SEOMelhorar páginas existentes e criar conteúdos por intenção de busca.Aumentar presença em buscas relevantes e reduzir dependência da home.
ComercialReaproveitar melhores conteúdos em e-mails, propostas e follow-ups.Transformar conteúdo em apoio de venda, não apenas em postagem.

Etapa 4 — Integração com funil

O que integrarComo medir
CTAs do siteCliques vindos de LinkedIn, Instagram e Google.
WhatsApp/e-mailMensagens qualificadas com vessel, port, ETA e category.
Google Search ConsoleConsultas, impressões, cliques, CTR e páginas com melhor desempenho.
CRM ou planilha comercialOrigem do lead, canal, qualidade do pedido e status da oportunidade.

KPIs recomendados

As metas abaixo devem ser usadas como direção de acompanhamento. O mês 0 cria a linha de base; mês 3, 6 e 12 mostram evolução esperada após a presença orgânica estar em operação.

KPIs de orgânico social

KPIMês 0Mês 3Mês 6Mês 12
Perfis estratégicos configurados100%100%100%100%
Cadência orgânica cumpridaLinha de base80%90%90%
Crescimento de alcance orgânico mensalLinha de base+40%+100%+200%
Crescimento de seguidores qualificadosLinha de base+20%+50%+120%
Taxa média de engajamento por postLinha de base+10%+20%+35%
Cliques orgânicos para o siteLinha de base+30%+80%+160%

KPIs de Google orgânico

KPIMês 0Mês 3Mês 6Mês 12
Search Console configurado100%100%100%100%
Termos de marca monitoradosLinha de base+20% em impressões+40% em impressões+80% em impressões
Termos sem marca monitoradosLinha de base+15% em impressões+35% em impressões+70% em impressões
CTR orgânico médio em páginas estratégicasLinha de base+10%+20%+35%
Páginas por intenção publicadas ou melhoradas0 a 24 a 68 a 1215+
Páginas irrelevantes indexadasIdentificar000

Riscos e mitigação

RiscoMitigação
Abrir canal e não manter cadênciaComeçar com rotina mínima realista e banco inicial de pautas.
Atrair público fora do focoSegmentar temas para procurement, operações marítimas, ship managers e port agents.
Prometer mais do que a operação sustentaValidar claims antes de publicar e usar linguagem com limites claros.
Virar conteúdo genérico de navioToda publicação deve responder que risco reduz, que dúvida resolve ou que prova entrega.
Medir só vaidadeAcompanhar alcance orgânico, cliques, consultas no Google e qualidade das mensagens recebidas.

04 | Busca orgânica

Presença no Google e termos de busca

Termos em que a SSBG aparece, lacunas de intenção e oportunidades de páginas para busca orgânica.

Presença no Google e termos em que a SSBG aparece


Leitura resumida

A SSBG já aparece no Google em buscas de marca e em alguns termos relevantes de categoria, principalmente quando a pesquisa combina ship supply, Brazil e Belém. O principal ponto positivo é que o domínio já tem associação pública com o mercado de ship supply.

O ponto de melhoria é que parte da presença ainda depende de páginas genéricas e repetição de palavras-chave. A empresa aparece, mas precisa aparecer melhor: com páginas mais específicas, mensagem mais clara e resposta direta para quem procura fornecedor, serviço ou porto.


Onde há oportunidade

Marca

Situação atual

A empresa é encontrável por nome e domínio.

O que fazer

Padronizar nomenclatura entre site, diretórios, redes e materiais comerciais.

Categoria

Situação atual

Há sinal positivo para termos como ship supplier Brazil.

O que fazer

Criar páginas de categoria com prova, escopo, processo e contato claro.

Localidade

Situação atual

Belém aparece como oportunidade forte.

O que fazer

Criar páginas por porto prioritário, começando por Belém/Vila do Conde quando fizer sentido operacional.

Serviços

Situação atual

Termos como provisions, bonded stores, deck and engine stores e marine services têm intenção comercial.

O que fazer

Separar páginas ou blocos por serviço, com linguagem objetiva e dados mínimos para cotação.

Qualidade técnica

Situação atual

Foi observada indexação de conteúdo irrelevante e keyword stuffing.

O que fazer

Remover páginas fora do nicho, reduzir listas artificiais de termos e organizar o site por intenção real.


Termos e páginas prioritárias

1

Termo/cluster

ship supplier Brazil / ship supply Brazil

Intenção

Encontrar fornecedor confiável no Brasil

Página recomendada

Página principal de categoria com prova, cobertura, processo e FAQ.

1

Termo/cluster

ship chandler Brazil

Intenção

Encontrar fornecedor de chandlery, provisions e stores

Página recomendada

Página específica para chandlery no Brasil.

1

Termo/cluster

ship supply Belem Brazil

Intenção

Encontrar fornecedor em Belém/Pará

Página recomendada

Página por localidade, com portos atendidos, categorias e caminho de contato.

2

Termo/cluster

provisions supplier Brazil / fresh provisions for ships Brazil

Intenção

Resolver demanda de provisões a bordo

Página recomendada

Página de provisions com tipos, qualidade, embalagem e dados para cotação.

2

Termo/cluster

deck and engine stores Brazil

Intenção

Validar capacidade técnica

Página recomendada

Página de stores técnicos com especificação, processo e limites de atendimento.

3

Termo/cluster

trusted ship supplier Brazil / ship supply for foreign vessels Brazil

Intenção

Comparar confiança entre fornecedores

Página recomendada

Bloco de prova em páginas principais e conteúdos de suporte.


Plano enxuto de Google

0 a 7 dias

Ação

Configurar ou validar Search Console.

Resultado esperado

Saber quais consultas geram impressões, cliques e páginas vistas.

0 a 15 dias

Ação

Remover ou marcar como noindex páginas irrelevantes.

Resultado esperado

Melhorar coerência do domínio e evitar ruído de SEO.

7 a 30 dias

Ação

Padronizar marca, títulos e descrições.

Resultado esperado

Reduzir fragmentação entre SSBG, Ships Supply Brazil Group e variações.

15 a 45 dias

Ação

Criar páginas por intenção prioritária.

Resultado esperado

Melhorar relevância para buscas de categoria, porto e serviço.

45 a 90 dias

Ação

Revisar páginas com dados do Search Console.

Resultado esperado

Priorizar melhorias pelo que já gera impressão e clique.


Síntese para apresentação

A SSBG não parte do zero no Google. O domínio já aparece em buscas ligadas à marca e a termos relevantes de ship supply. A oportunidade é transformar essa presença em páginas mais úteis para o comprador internacional: menos repetição de palavras-chave, mais clareza de serviço, porto, prova, processo e contato.